0

eXistenZ (1999)

7.2.17

안녕하세요! Depois de um tempo longe daqui, com o blog fechado e reviravoltas no layout, eu posso finalmente dizer: I'm back, bitches 🙌

Bom, como eu havia postado aqui, eu ia dar início a um projeto que consiste em assistir e postar aqui um filme por semana. Mas, como eu anunciei lá na fan page, ocorreram alguns problemas e o blog teve que ficar fechado por umas semanas. Sério, gente, o layout tava com uns bugs ridículos e chatos de consertar (alguns ainda ficaram, mas fala aí se não deu uma melhorada u.u). Mas agora tá tudo certo, só falta cumprir a meta que eu defini de criar um layout mais clean e organizado kekeke. Semana passada o Blogger me aprontou outra e eu perdi uma resenha super especial que eu tava editando já tinha algumas semanas (porque eu queria tudo nos conformes). O que só aumentou a minha birra ¬¬'

Enfim, hoje começa oficialmente o projeto de 1 filme por semana aeeeeew \Õ/ o importante é não deixar de fazer e deixar pra trás todos os chabus bizarros relacionando ao blog que vêm acontecendo há alguns meses!


Uma renomada designer (Jennifer Jason Leigh) de jogos de realidade virtual, criadora de um novo jogo interativo chamado eXistenZ, é vítima de uma intensa perseguição por fanáticos religiosos que querem assassiná-la. Em fuga, é forçada a se esconder com um guarda de segurança novato (Jude Law), decidido a protegê-la. Porém, durante a perseguição os dois experimentam um mundo onde os limites entre a fantasia e a realidade não existem e nada é o que parece ser.

Classificação indicativa: 16 anos

O filme começa com uma espécie de palestra de um novo jogo de realidade virtual. Quando a desenvolvedora do jogo é apresentada ao público, ela sofre atentado de morte por um dos espectadores. A partir daí as coisas vão acontecendo naturalmente porém de uma forma que eu não achei nada natural.

O filme tem um mais fictício quando os personagens utilizam um equipamento bem estranho pra jogos em realidade virtual. Diferente dos óculos popularmente conhecidos na vida real, o equipamento utilizado no filme é esse aqui:

Pra quem não assistiu: não queira saber a origem dessa coisa e nem o que tem dentro dela!

E pra isso funcionar, tem que ter uma porta que não é nada mais do que um buraco na região da lombar, então os tentáculos são encaixados na porta e a pessoa automaticamente entra numa espécie de transe, onde se conecta à realidade virtual. Gente, isso é bizarro pra caramba! E nem me perguntem como eles conseguem acordar pra vida real, mas parece que é natural até pro nosso protagonista que nunca havia jogado antes.

O que eu achei...
Não sei como eu fui parar pra assistir esse filme, mas eu sei que tava num tédio sem fim e essa obra acabou despertando meu interesse. Na verdade, eu achava que fosse ficção não tão ficção, com um toque de ação e talz. Mas as cenas são tão brochantes que eu só não desisti porque se tem uma coisa que eu odeio é abandonar (e começar) as coisas pela metade!

O filme não é lá essas coisas, é confuso do início ao fim e tive que voltar várias cenas pra certificar de que eu não havia perdido nada. No geral é um filme neutro, nem bom nem ruim nem cansativo, apesar de eu ter dormido numa parte. O que pega mesmo é a falta de sentido, pois parece uma dessas séries que cada episódio só deixa o pessoal confuso. No caso do filme, cada cena me deixava mais confusa do que eu estava desde os minutos inicias. Minha nota é 2.0 não por ser ruim, mas porque eu não entendi necasdepitibiras. Sinceramente, não sei se o recomendaria para alguém.

Fonte: Sinopse | Imagem
Blogger
Facebook

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Voltar ao topo
voltar ao topo