Economize em suas compras on-line

21 de março de 2018

안녕하세요! Se tem uma coisa que eu gosto é fazer compras on-line. Praticidade, conforto e facilidade são as primeiras coisas que me vêm à cabeça ao pesquisar um produto. Se acha que não tem como melhorar, tem sim! Já ouviu falar no Cupom Válido? É um site que disponibiliza cupons, dessa forma, você consegue economizar ainda mais nas suas compras.

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Eu tenho comigo que qualquer valor economizado importa, seja dez centavos ou dez reais. No fim do mês, o menor valor pode fazer uma diferença bem grande e eu quero deixar esse "conselho" pra vocês, ainda mais que estamos em crise e cada moedinha conta.

5 musicais favoritos

19 de março de 2018

안녕하세요! Certo dia estava pensando sobre como gosto de filmes musicais e como tenho preguiça de começar assistir a qualquer coisa desse gênero. Então acabei listando os que mais gosto, independente do tempo e do meu humor.

Deu uma vontade enorme e sinto que tá na hora de voltar. Então é com esses meus hinos que eu volto a escrever no blog.

Fama (2009)


O primeiro que eu recomendo aqui é Fama, mas na versão de 2009. Eu já vi o original de 1980 mas, particularmente eu prefiro a mais recente Sou apaixonada pela voz da Naturi Naughton e porque sempre tive uma quedinha pelas irmãs Panabaker kekeke.

Retrata um grupo talentoso da High School of Performing Arts, uma escola de artes conceituada em Nova York. Então tem dança, canto, atuação e muita competição entre os estudantes. O filme mostra o esforço dos estudantes para se tornarem artistas talentosos.

Burlesque (2010)


Outro filme que eu curto bastantão é Burlesque. É um daqueles filmes que só pelo elenco você já fica com vontade de assistir. Mas basta ouvir Christina Aguilera e Cher com aquele vozerão que só as duas têm que você rapidamente se apaixona pela trilha sonora. A fotografia é maravilhosa, os dançarinos são espetaculares e as músicas são de outro mundo.

A superação de Ali, uma mulher que deixa uma vida dura para trás e é contratada como garçonete no The Burlesque Lounge, um teatro que exibe uma peça maravilhosa mesmo em um estado de conservação ruim. Maravilhada, Ali promete a si mesma que um dia subiria ao palco e faz o que precisa para realizar seu sonho.

Dreamgirls (2006)


Falando em divas, não posso deixar Dreamgirls - Em busca de um sonho de lado. Tem Beyoncé, Jennifer Hudson, Jamie Foxx e Eddie Murphy. Ou seja, elenco dos bão com vozes marcantes, gente conceituada nas artes da música e da tv. Ah, é baseado numa peça da Broadway.

Passado nas décadas de 1960 e 1970, o filme mostra a evolução do R&B. As cantoras, do grupo The Dreamettes, são três mulheres negras que começam a brigar entre si após manipulações do empresário.

Mamma Mia! (2008)


Mamma Mia! tem uma vibe anos 80. Também é baseado em uma peça musical e contém Amanda Seyfried e Meryl Streep no elenco ♥ só por elas já vale colocar na lista dos favoritos, mas a trilha sonora é composta por músicas do grupo Abba, então já ganha mais um ponto apesar de não gostar tanto do grupo até assistir ao filme.

A jovem Sophie está prestes a se casar e quer que o pai a leve ao altar. Sem saber quem o pai é Sophie envia convites a três homens distintos, que vêm de diferentes partes do mundo para reencontrar a mãe de Sophie.

Dirty Dancing (1987)


E finalmente: Dirty Dancing - Ritmo Quente 👏👏 se você nasceu na década passada e nunca viu a dança ou ouviu a famosa música que ilustra o filme em todo lugar, então você está vendo as coisas de modo errado. Brincadeiras à parte, esse é o filme que mais marcou minha infância, pois foi o primeiro musical não-animação do qual me lembro de assistir. Eu lembro que toda vez que passava, a família se reunia pra assistir com um balde de pipocas e copos de refri do lado... Aqui em casa a gente chegou a comprar o DVD pra poder assistir essa maravilha sempre que a gente quiser matar a saudade.

De férias em um resort com a família, a jovem Frances conhece e se apaixona por Johnny, o instrutor de dança e dançarino do resort. Quando precisa se apresentar no lugar da companheira de Johnny, o pai de Frances não aprova por achar que Johnny é um mal elemento.

Fonte: Todas as imagens foram retiradas de suas respectivas páginas no The Movie Database

Ainda não é o fim...

8 de maio de 2017

안녕하세요! Eu já falei aqui sobre autoconhecimento (cês lembram?), e mesmo praticando/vivendo isso diariamente, eu nunca pude dizer que realmente me encaixava em algum lugar, ou me sentia querida por outras pessoas.

De todas as vezes que eu deixei o blog por um tempo, esse tem sido o mais significativo pra mim. Não por continuar me descobrindo e redescobrindo, mas por sentir que finalmente minha vida tá tomando um rumo que eu posso julgar estar "certo". Que, finalmente, as coisas vão mudar e eu vou voltar a ter fé em mim mesma. Uma coisa é a gente se conhecer, aceitar e descobrir quem realmente somos. Outra coisa é sentir que estamos fazendo a diferença na vida de outra(s) pessoa(s).

Eu tô bem sentimental enquanto escrevo isso. Talvez seja a descoberta de novos amores, a minha ficha que resolveu cair, a TPM que está a caminho, ou ter assistido uma série maravilhosa que me mostrou que eu posso dar um rumo diferente pra minha história (algum dia falarei sobre). Não vou focar nisso, porque eu ainda tô longe de me abrir totalmente por aqui. Mas quero que, você que tá lendo isso agora, saiba que nunca foi minha intenção te desapontar, seja como blogueira, amiga ou ser humano.

Conversando com amigxs, eu percebi que a vida é bem mais do que isso que eu conheço, e eu quero vivê-la. Ter experiências pra contar pras futuras gerações, sejam boas ou ruins. E me permitir experimentar as coisas, seja comer goiaba sem fazer cara feia ou ler um livro com um tema "chato". Com isso, eu cheguei à conclusão de que não posso viver 100% enquanto lembro que o blog, um pedacinho de mim, ainda está no ar recebendo visitantes todos os dias sem uma atualização nem nas redes sociais. Eu fico bem desapontada comigo quando entro aqui e vejo vários posts incompletos e muitos que só estão na ideia. Se eu não consigo terminar um simples post, como poderia viver essa complexidade que é ser uma jovem no auge de seus 22 anos, cheia de sonhos, objetivos e metas?

O meio do ano já tá bem aí, estamos quase nos 50% e eu não consegui cumprir 10% do que havia definido no início do ano. Eu sei que é chato, mas temos que assumir nossos erros e defeitos. Pra mim, quanto mais cedo, melhor (eu sou uma ótima procrastinadora e uma péssima blogueira, e admito isso). É por isso que eu venho aqui comunicar que o blog passará por algumas mudanças, assim como eu estou passando no momento. Então, qualquer projeto que eu tenha definido pra esse ano, 2017, está oficialmente cancelado.

Talvez eu refaça o blog, padronize alguns posts ou exclua alguma categoria, mas ele continuará aberto porque eu AMO esse cantinho que construí com tanto prazer e dedicação. Eu não sei bem o que eu farei, mas que as mudanças daqui têm que refletir as do meu interior. Além do blog, o domínio continuará no ar e será o mesmo...

Eu só quero dar uma organizada melhor na minha vida − e eu digo isso em TODAS as áreas −. Quero encontrar meu nicho, ter um foco maior e melhor nas coisas, descobrir um leque de oportunidades e ter assuntos melhores pra postar.

Você pode encontrar os links pras redes sociais (ou não tão sociais) que mais entro e ver o que eu ando aprontando aqui ó https://about.me/CristianeBeel

A 5ª onda (2016)

3 de março de 2017

안녕하세요! A Terra sofre ondas de ataque alienígena. Na busca pela sobrevivência, uma irmã se vê desamparada e sozinha em busca do irmão resgatado pelo exército.

Quatro ondas de ataques alienígenas cada vez mais mortais deixaram a maior parte da Terra dizimada. Cassie está em fuga, tentando desesperadamente salvar seu irmão mais novo.

Classificação indicativa: 13 anos.

A chegada dos outros (como os alienígenas são chamados no filme) muda completamente a humanidade. Como é esperado nesse tipo de filme, os humanos abrem mão de coisas como emprego, estudos e até mesmo da casa para se juntar a familiares. Mas eu senti falta desse tipo de cena, sabe? Eu acho que foi tudo muito rápido, logo no começo a nave espacial chega e em poucos minutos já tá todo mundo habituado. No fim das contas, fica difícil de decidir se isso foi bom ou não, porque acabou não demorando pras coisas começarem a acontecer.

Tá que o filme não é sensacional, mas eu quero saber se vai ter uma continuação. Enquanto pesquisava, acabei descobrindo que é baseado num livro de mesmo nome, então talvez eu o leia até o fim do ano...

Pra mim, o roteiro teria sido melhor se não tivessem enfiado um romance (que eu achei bem) chulo aí no meio... O elenco é formado em sua maioria por jovens o que explica, e eu meio que acabei gostando disso mesmo não tendo nomes "de peso" como esse tipo de gênero proporciona muitas vezes.

O que eu mais gostei foi que a protagonista não demorou a lutar pra sair em busca do irmão, e não chega a ser paradão, mas eu senti falta de um pouco de ação pra dar aquele up. Poderiam ter focado melhor nos ataques aliens, ao invés de focarem tanto na protagonista e no possível envolvimento dela com alguém que chega a dar raiva porque a gente passa o filme inteirinho querendo saber se o cara é um deles ou de nós.

O filme não traz nada de especial, eu achei que tem um elenco ok, uns efeitos legais, enredo interessante e algumas cenas atraentes. Mas se o intuito era chamar a atenção de jovens então falhou. Assim, olhando a obra como um todo, eu achei que ficou ruim sim. Minha nota é 2,5/5,0. É bom? Sim, pra passar o tempo. Poderia ser melhor? Talvez, se tivessem trabalhado mais nos ataques. Eu recomendo pra quem tá naqueles dias de não ter o que fazer, porque se for assistir com expectativas vai rolar decepção por ter opções melhores disponíveis no mercado.

Fonte: Pôster | Sinopse

A última casa da rua (2012)

19 de fevereiro de 2017

안녕하세요! Cês acharam que eu tinha esquecido do filme, né?! Não esqueci, só fiquei absorta com a volta às aulas 👀


Depois de mudar para uma cidade pequena com a mãe, uma adolescente descobre que aconteceu um acidente na casa do fim da rua. As coisas ficam complicadas quando ela faz amizade com um jovem que foi o único sobrevivente do acidente.

Classificação indicativa: 14 anos

O filme mostra a chegada de Sarah e sua filha adolescente Elissa à casa nova. Depois de se instalarem e serem recebidas em uma comemoração organizada por um casal vizinho, elas ouvem sobre o duplo homicídio que aconteceu na casa ao lado da delas.

Ao tentar se enturmar com Tyler, filho do casal, Elissa acaba parando em uma festa. Percebendo que Tyler não é quem diz ser, ela decide voltar pra casa a pé. No caminho, ela se depara com Ryan, seu vizinho filho do casal assassinado, lhe oferecendo carona.

Ryan passa a maior parte do tempo em casa e usa o dinheiro deixado pelos pais para se manter. Elissa acaba se aproximando dele, o que faz com que surja sentimentos de sua parte.

O que eu achei...
Logo no início temos um vislumbre daquilo que o filme gira em torno: um casal que é morto pela filha Carrie Anne no meio da noite. A assassina, uma criança que parece ter algum distúrbio, é dotada de um olho extremamente azul que me fez ficar arrepiada. Foi aí que eu pensei "esse tem que ser dos bons".

Não chega a ser de fato ruim, mas, depois da introdução, vão-se uns bons minutos olhando pra tela da TV enquanto se espera pela adrenalina mostrada no trailer. O que acaba não sendo um ponto negativo, pois o filme possui um climinha de suspense e eu fiquei com os olhos vidrados na tela. Até nas cenas mais evidentes de que não haveria nada eu ficava procurando e acabei levando alguns sustinhos. Tudo muito básico.

O Ryan é um daqueles caras com um rostinho bonito mas misterioso, sabe? Por trás do bom moço que sofre com a morte dos pais e da irmã, ele esconde um segredo bem obscuro. Já a Elissa não é muito chegada na mãe e a desobedece inúmeras vezes. Isso faz ela se aproximar de Ryan e também desperta uma curiosidade que me fez querer matar a personagem. Mas é esse jeito curioso e observador dela que a história vai se revelando.

Apesar de não ser nada mais do que bom pra passar o tempo, o filme é bem cativante. Me prendeu no início ao fim. Então eu acho que meus 3.0/5.0 são bem merecidos. Não levando em conta o filme em si, porque eu achei um pouquinho parado. Mas levando em conta o final, que é surpreendente pra caramba! Tudo é revelado ali, nos últimos minutos, e eu não precisei de um olhar minucioso pra deduzir qual a verdade por trás de Ryan, sua irmã Carrie Anne e o assassinato de seus pais.

P.S.: Confesso que até o momento eu nunca havia assistido nenhum filme com a Jennifer Lawrence no elenco. Digo nenhum mesmo! Aí eu fui procurar e vi que ela havia participado em um episódio de Cold Case aka Arquivo Morto, e em um de Monk, que não contam porque há quantos anos essas séries deixaram de ser exibidas na TV aberta mesmo?

Fontes: Sinopse | Pôster
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