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Ainda não é o fim...

8.5.17

안녕하세요! Eu já falei aqui sobre autoconhecimento (cês lembram?), e mesmo praticando/vivendo isso diariamente, eu nunca pude dizer que realmente me encaixava em algum lugar, ou me sentia querida por outras pessoas.

De todas as vezes que eu deixei o blog por um tempo, esse tem sido o mais significativo pra mim. Não por continuar me descobrindo e redescobrindo, mas por sentir que finalmente minha vida tá tomando um rumo que eu posso julgar estar "certo". Que, finalmente, as coisas vão mudar e eu vou voltar a ter fé em mim mesma. Uma coisa é a gente se conhecer, aceitar e descobrir quem realmente somos. Outra coisa é sentir que estamos fazendo a diferença na vida de outra(s) pessoa(s).

Eu tô bem sentimental enquanto escrevo isso. Talvez seja a descoberta de novos amores, a minha ficha que resolveu cair, a TPM que está a caminho, ou ter assistido uma série maravilhosa que me mostrou que eu posso dar um rumo diferente pra minha história (algum dia falarei sobre). Não vou focar nisso, porque eu ainda tô longe de me abrir totalmente por aqui. Mas quero que, você que tá lendo isso agora, saiba que nunca foi minha intenção te desapontar, seja como blogueira, amiga ou ser humano.

Conversando com amigxs, eu percebi que a vida é bem mais do que isso que eu conheço, e eu quero vivê-la. Ter experiências pra contar pras futuras gerações, sejam boas ou ruins. E me permitir experimentar as coisas, seja comer goiaba sem fazer cara feia ou ler um livro com um tema "chato". Com isso, eu cheguei à conclusão de que não posso viver 100% enquanto lembro que o blog, um pedacinho de mim, ainda está no ar recebendo visitantes todos os dias sem uma atualização nem nas redes sociais. Eu fico bem desapontada comigo quando entro aqui e vejo vários posts incompletos e muitos que só estão na ideia. Se eu não consigo terminar um simples post, como poderia viver essa complexidade que é ser uma jovem no auge de seus 22 anos, cheia de sonhos, objetivos e metas?

O meio do ano já tá bem aí, estamos quase nos 50% e eu não consegui cumprir 10% do que havia definido no início do ano. Eu sei que é chato, mas temos que assumir nossos erros e defeitos. Pra mim, quanto mais cedo, melhor (eu sou uma ótima procrastinadora e uma péssima blogueira, e admito isso). É por isso que eu venho aqui comunicar que o blog passará por algumas mudanças, assim como eu estou passando no momento. Então, qualquer projeto que eu tenha definido pra esse ano, 2017, está oficialmente cancelado.

Talvez eu refaça o blog, padronize alguns posts ou exclua alguma categoria, mas ele continuará aberto porque eu AMO esse cantinho que construí com tanto prazer e dedicação. Eu não sei bem o que eu farei, mas que as mudanças daqui têm que refletir as do meu interior. Além do blog, o domínio continuará no ar e será o mesmo...

Eu só quero dar uma organizada melhor na minha vida − e eu digo isso em TODAS as áreas −. Quero encontrar meu nicho, ter um foco maior e melhor nas coisas, descobrir um leque de oportunidades e ter assuntos melhores pra postar.

Você pode encontrar os links pras redes sociais (ou não tão sociais) que mais entro e ver o que eu ando aprontando aqui ó https://about.me/CristianeBeel
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A 5ª onda (2016)

3.3.17

안녕하세요! A Terra sofre ondas de ataque alienígena. Na busca pela sobrevivência, uma irmã se vê desamparada e sozinha em busca do irmão resgatado pelo exército.

Quatro ondas de ataques alienígenas cada vez mais mortais deixaram a maior parte da Terra dizimada. Cassie está em fuga, tentando desesperadamente salvar seu irmão mais novo.

Classificação indicativa: 13 anos.

A chegada dos outros (como os alienígenas são chamados no filme) muda completamente a humanidade. Como é esperado nesse tipo de filme, os humanos abrem mão de coisas como emprego, estudos e até mesmo da casa para se juntar a familiares. Mas eu senti falta desse tipo de cena, sabe? Eu acho que foi tudo muito rápido, logo no começo a nave espacial chega e em poucos minutos já tá todo mundo habituado. No fim das contas, fica difícil de decidir se isso foi bom ou não, porque acabou não demorando pras coisas começarem a acontecer.

Tá que o filme não é sensacional, mas eu quero saber se vai ter uma continuação. Enquanto pesquisava, acabei descobrindo que é baseado num livro de mesmo nome, então talvez eu o leia até o fim do ano...

Pra mim, o roteiro teria sido melhor se não tivessem enfiado um romance (que eu achei bem) chulo aí no meio... O elenco é formado em sua maioria por jovens o que explica, e eu meio que acabei gostando disso mesmo não tendo nomes "de peso" como esse tipo de gênero proporciona muitas vezes.

O que eu mais gostei foi que a protagonista não demorou a lutar pra sair em busca do irmão, e não chega a ser paradão, mas eu senti falta de um pouco de ação pra dar aquele up. Poderiam ter focado melhor nos ataques aliens, ao invés de focarem tanto na protagonista e no possível envolvimento dela com alguém que chega a dar raiva porque a gente passa o filme inteirinho querendo saber se o cara é um deles ou de nós.

O filme não traz nada de especial, eu achei que tem um elenco ok, uns efeitos legais, enredo interessante e algumas cenas atraentes. Mas se o intuito era chamar a atenção de jovens então falhou. Assim, olhando a obra como um todo, eu achei que ficou ruim sim. Minha nota é 2,5/5,0. É bom? Sim, pra passar o tempo. Poderia ser melhor? Talvez, se tivessem trabalhado mais nos ataques. Eu recomendo pra quem tá naqueles dias de não ter o que fazer, porque se for assistir com expectativas vai rolar decepção por ter opções melhores disponíveis no mercado.

Fonte: Pôster | Sinopse
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A última casa da rua (2012)

19.2.17

안녕하세요! Cês acharam que eu tinha esquecido do filme, né?! Não esqueci, só fiquei absorta com a volta às aulas 👀


Depois de mudar para uma cidade pequena com a mãe, uma adolescente descobre que aconteceu um acidente na casa do fim da rua. As coisas ficam complicadas quando ela faz amizade com um jovem que foi o único sobrevivente do acidente.

Classificação indicativa: 14 anos

O filme mostra a chegada de Sarah e sua filha adolescente Elissa à casa nova. Depois de se instalarem e serem recebidas em uma comemoração organizada por um casal vizinho, elas ouvem sobre o duplo homicídio que aconteceu na casa ao lado da delas.

Ao tentar se enturmar com Tyler, filho do casal, Elissa acaba parando em uma festa. Percebendo que Tyler não é quem diz ser, ela decide voltar pra casa a pé. No caminho, ela se depara com Ryan, seu vizinho filho do casal assassinado, lhe oferecendo carona.

Ryan passa a maior parte do tempo em casa e usa o dinheiro deixado pelos pais para se manter. Elissa acaba se aproximando dele, o que faz com que surja sentimentos de sua parte.

O que eu achei...
Logo no início temos um vislumbre daquilo que o filme gira em torno: um casal que é morto pela filha Carrie Anne no meio da noite. A assassina, uma criança que parece ter algum distúrbio, é dotada de um olho extremamente azul que me fez ficar arrepiada. Foi aí que eu pensei "esse tem que ser dos bons".

Não chega a ser de fato ruim, mas, depois da introdução, vão-se uns bons minutos olhando pra tela da TV enquanto se espera pela adrenalina mostrada no trailer. O que acaba não sendo um ponto negativo, pois o filme possui um climinha de suspense e eu fiquei com os olhos vidrados na tela. Até nas cenas mais evidentes de que não haveria nada eu ficava procurando e acabei levando alguns sustinhos. Tudo muito básico.

O Ryan é um daqueles caras com um rostinho bonito mas misterioso, sabe? Por trás do bom moço que sofre com a morte dos pais e da irmã, ele esconde um segredo bem obscuro. Já a Elissa não é muito chegada na mãe e a desobedece inúmeras vezes. Isso faz ela se aproximar de Ryan e também desperta uma curiosidade que me fez querer matar a personagem. Mas é esse jeito curioso e observador dela que a história vai se revelando.

Apesar de não ser nada mais do que bom pra passar o tempo, o filme é bem cativante. Me prendeu no início ao fim. Então eu acho que meus 3.0/5.0 são bem merecidos. Não levando em conta o filme em si, porque eu achei um pouquinho parado. Mas levando em conta o final, que é surpreendente pra caramba! Tudo é revelado ali, nos últimos minutos, e eu não precisei de um olhar minucioso pra deduzir qual a verdade por trás de Ryan, sua irmã Carrie Anne e o assassinato de seus pais.

P.S.: Confesso que até o momento eu nunca havia assistido nenhum filme com a Jennifer Lawrence no elenco. Digo nenhum mesmo! Aí eu fui procurar e vi que ela havia participado em um episódio de Cold Case aka Arquivo Morto, e em um de Monk, que não contam porque há quantos anos essas séries deixaram de ser exibidas na TV aberta mesmo?

Fontes: Sinopse | Pôster
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eXistenZ (1999)

7.2.17

안녕하세요! Depois de um tempo longe daqui, com o blog fechado e reviravoltas no layout, eu posso finalmente dizer: I'm back, bitches 🙌

Bom, como eu havia postado aqui, eu ia dar início a um projeto que consiste em assistir e postar aqui um filme por semana. Mas, como eu anunciei lá na fan page, ocorreram alguns problemas e o blog teve que ficar fechado por umas semanas. Sério, gente, o layout tava com uns bugs ridículos e chatos de consertar (alguns ainda ficaram, mas fala aí se não deu uma melhorada u.u). Mas agora tá tudo certo, só falta cumprir a meta que eu defini de criar um layout mais clean e organizado kekeke. Semana passada o Blogger me aprontou outra e eu perdi uma resenha super especial que eu tava editando já tinha algumas semanas (porque eu queria tudo nos conformes). O que só aumentou a minha birra ¬¬'

Enfim, hoje começa oficialmente o projeto de 1 filme por semana aeeeeew \Õ/ o importante é não deixar de fazer e deixar pra trás todos os chabus bizarros relacionando ao blog que vêm acontecendo há alguns meses!


Uma renomada designer (Jennifer Jason Leigh) de jogos de realidade virtual, criadora de um novo jogo interativo chamado eXistenZ, é vítima de uma intensa perseguição por fanáticos religiosos que querem assassiná-la. Em fuga, é forçada a se esconder com um guarda de segurança novato (Jude Law), decidido a protegê-la. Porém, durante a perseguição os dois experimentam um mundo onde os limites entre a fantasia e a realidade não existem e nada é o que parece ser.

Classificação indicativa: 16 anos

O filme começa com uma espécie de palestra de um novo jogo de realidade virtual. Quando a desenvolvedora do jogo é apresentada ao público, ela sofre atentado de morte por um dos espectadores. A partir daí as coisas vão acontecendo naturalmente porém de uma forma que eu não achei nada natural.

O filme tem um mais fictício quando os personagens utilizam um equipamento bem estranho pra jogos em realidade virtual. Diferente dos óculos popularmente conhecidos na vida real, o equipamento utilizado no filme é esse aqui:

Pra quem não assistiu: não queira saber a origem dessa coisa e nem o que tem dentro dela!

E pra isso funcionar, tem que ter uma porta que não é nada mais do que um buraco na região da lombar, então os tentáculos são encaixados na porta e a pessoa automaticamente entra numa espécie de transe, onde se conecta à realidade virtual. Gente, isso é bizarro pra caramba! E nem me perguntem como eles conseguem acordar pra vida real, mas parece que é natural até pro nosso protagonista que nunca havia jogado antes.

O que eu achei...
Não sei como eu fui parar pra assistir esse filme, mas eu sei que tava num tédio sem fim e essa obra acabou despertando meu interesse. Na verdade, eu achava que fosse ficção não tão ficção, com um toque de ação e talz. Mas as cenas são tão brochantes que eu só não desisti porque se tem uma coisa que eu odeio é abandonar (e começar) as coisas pela metade!

O filme não é lá essas coisas, é confuso do início ao fim e tive que voltar várias cenas pra certificar de que eu não havia perdido nada. No geral é um filme neutro, nem bom nem ruim nem cansativo, apesar de eu ter dormido numa parte. O que pega mesmo é a falta de sentido, pois parece uma dessas séries que cada episódio só deixa o pessoal confuso. No caso do filme, cada cena me deixava mais confusa do que eu estava desde os minutos inicias. Minha nota é 2.0 não por ser ruim, mas porque eu não entendi necasdepitibiras. Sinceramente, não sei se o recomendaria para alguém.

Fonte: Sinopse | Imagem
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1 filme por semana + Minha" To Be Watch Jar"

10.1.17

안녕하세요! Esse ano não tem desafio mas tem projeto. Esse em particular vai servir pro blog continuar ativo durante esse ano, pra me distrair quando estou em casa e pra me manter perto do mundo cinematográfico. É bem simples, basicamente eu vou sortear um filme por semana, assisti-lo e depois resenhá-lo aqui no blog. Eu não sei exatamente se tirei isso de algum lugar específico ou se é coisa da minha cabeça, até porque já tem um tempão que eu tô com ele no papel, então não posso dar créditos a algo que eu não sei de onde tirei... Mas quem quiser participar, pode ficar à vontade!

To Be Watch Jar

Lembra quando tava na febre da To Be Read Jar? Naquela época eu ficava pensando se daria certo ter uma porque eu participava de desafios literários e eu achava que não compensaria, até porque eu sempre fui muito impulsiva em relação aos livros que eu queria/tinha que ler. Então quando essa febre tava passando e os posts e vídeos ensinando a criar e personalizar estavam parando de aparecer em todo lugar, eu acabei percebendo que minha lista de filmes era bem maior que a lista de livros e aí resolvi criar a minha própria "jarra" só que títulos de filmes que eu gostaria de assistir.

To Be Watch Jar

Pra ter um controle maior eu criei listas no Filmow. Dessa forma, sempre que eu quiser adicionar algum filme à jarra, eu só preciso achá-lo no site e verificar se já está com alguma lista marcada. Bem simples, né não?

Eu reservei os primeiros dias do ano pra fazer absolutamente nada então, pra compensar, essa semana eu vou postar sobre o filme da semana passada também.
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